Archive for julho, 2010

Feira na Infância.

Essa é uma das minhas músicas preferidas do Frank Jorge.
E olha que ele tem várias entre as minhas preferidas.

Na minha casa eu vejo uma criança
Sempre brincando sem perceber
Se existe hora de parar
Você se lembra bem da sua infância
Cheiro de tinta, escola do céu
Posso ficar perto de você?

Lembrei hoje, enquanto a Xica e o Léo faziam bolhas e mais bolhas no quintal aqui de casa.
Concentração total em busca da mais simples diversão.

Soap bubble

Soap bubble

Soap bubble

Soap bubble

Xica

Prudentópolis sem cachoeiras.

Não que eu não ache as cachoeiras de Prudentópolis lindas.
São lindas. Nas fotos.
Lá, assim, ao vivo, prefiro a Prudentópolis “urbana”.
É uma “Cidadezinha Qualquer” do Drummond.
Daquelas que, devagar… as janelas olham.
É uma delícia se perder entre as cúpulas das igrejas.
Quantas igrejas.
Como o que me atrai nelas é a arquitetura me esbaldo.
Num raio de poucas quadras, você vê igrejas de todos os tipos.
Claro, as ucranianas chamam mais a atenção.
Mas não despreze as outras.
O povo?
Preste atenção, escute as conversas.
Aprecie sem moderação alguma.
Quer a Prudentópolis das cachoeiras gigantes?
Boa viagem, não vai se decepcionar.
Agradeço se me mandar as fotos na volta!

Prudentópolis

Prudentópolis

Prudentópolis

Prudentópolis

Prudentópolis

Prudentópolis

Prudentópolis

Nem morto.

Dia desses a Carol pediu a portabilidade do número dela da Vivo para a Tim.
Sou cliente Vivo desde 2000, quando ainda se chamava Global Telecom.
Nunca pensei em mudar de operadora.
Ocorre que a Tim fez um plano de assinatura que não tem concorrência.
Como estava encerrando meu prazo de fidelidade na Vivo, decidi que era hora de mudar.
Fui, então, até a loja da Vivo no Shopping Müeller, a mesma que sempre usei.
5 funcionários na loja, 2 clientes sendo atendidos, os outros atendentes andando pela loja.
Marquei no relógio. 33 minutos para ser atendido. O “sistema estava lento” disse o atendente.
Tentei ser transparente e direto: A Tim tem um plano muito bom, o que vocês me oferecem de diferente?
“Ah… Você pode continuar pagando a mesma coisa por um plano com 10 minutos a mais”.
Ok. Se não tem um plano igual, obrigado, vou para a Tim.
Fui na Tim, [atendimento em 30 segundos] e pedi a portabilidade.
Na hora em que a menina clicou, recebi uma mensagem da Vivo.
“Queremos que continue com a VIVO. Por isso, temos uma oferta especial p/ você que solicitou a portabilidade. Entre em contato agora com *8486″
O que eu fiz? Liguei. 2 minutos de musiquinha de espera, desliguei.
Logo depois tocou meu telefone, eram eles.
A moça se identificou como sendo da central de relacionamento Vivo e disse que eu havia ligado para lá e queria saber de que se tratava.
Eu disse que recebi a tal mensgem deles e liguei.
Ela muito grosseira perguntou: “Que mensagem?” e desligou na minha cara.
Terminado o procedimento na Tim, fui até a Vivo desbloquear meu antigo aparelho.
Simples assim… Não. Nada lá é simples.
Mais 20 minutos de espera e a menina que me atendeu não fazia ideia de como desbloquear meu aparelho.
Enquanto tentava, falava com [acho que] o namorado pelo celular cor-de-rosa dela.
Até que desistiu e disse para um clone arrogante do Macaulay Culkin chamado Wilson que tinha feito o procedimento e que não funcionara.
Ele era o superior dela.
Eu disse que queria meu celular desbloqueado e ele respondeu: “O código de desbloqueio é esse aqui [papelzinho anotado toscamente] com ele você vai na assistência técnica e eles vão desbloquear”.
Não me interessa a porcaria da assistência técnica que fica a 14,8km da minha casa.
O shopping fica a 5,2km. 1/3 da distância e, por consequência, do tempo que eu gastaria para ir até lá.
Eu só queria meu aparelho desbloqueado como a lei me garante.
Mas o incompetente do Wilson não podia fazer nada.
Naquele momento, para mim, Wilson era a Vivo.
Aliás, a personificação da empresa que leva 20 ou 30 minutos para atender quem é seu cliente há 10 anos, envia um sms assim que sabe que vou embora mas logo depois me atende da pior maneira possível.
O que eu farei?
Ligarei para a Anatel e para o Procon para reclamar.
É o pouco que posso fazer civilizadamente, já que minha vontade era jogar a porcaria do celular contra a vitrine da loja.

*Atualização do post: DESBLOQUEEI ESSA PORCARIA EU MESMO EM CASA SEGUINDO UM TUTORIAL BOBO DE INTERNET.